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Exposição Solar O que Você Precisa Saber
A vontade de ficar com a pele bronzeada e
bonita. Mas é aí que você se engana: bronzeado bonito e ao mesmo tempo saudável não
existe.
O preço que se paga pela beleza passageira do bronzeado é o foto envelhecimento
da pele. Este tipo de envelhecimento prematuro, causado pela exposição aos raios
ultravioleta (UV), provoca ressecamento, alteração na textura (aspecto de
"couro") e rugas na pele, além de outros efeitos indesejáveis.
O bronzeamento causado pelo sol ou pelas câmaras de bronzeamento é um indicador de que a
pele foi danificada. Enquanto os sintomas de curto prazo da superexposição ao sol
podem incluir queimaduras, bolhas, descamação e bronzeamento, os efeitos a longo prazo
incluem um alto risco de câncer de pele.
Você pode aproveitar a vida ao ar livre Os perigos do sol para a saúde são
reais, mas também existem muitos benefícios quando nos expomos ao ar livre, que
incluem a produção de vitamina D induzida pelo sol, o ar puro e exercícios que podem
ser praticados ao ar livre. A chave está em aproveitar estes benefícios sabendo minimizar
os riscos.
Conheça os melhores horários O sol é mais perigoso entre as 10 e 15 horas,
quando os raios são mais diretos. Também há um aumento do risco quando estamos em
áreas mais elevadas e em regiões tropicais.
Não confie no seu bronzeado nem na sombra Ficar na sombra não é garantia contra
a superexposição ao sol. A luz é refletida na água, na neve, na areia, em
superfícies de prédios ou estradas. Os raios UV também passam através das nuvens e
vidros (janelas de carro, por exemplo).
Saiba como se proteger A maneira de nos vestirmos, assim como um bom
chapéu, podem atuar como acessórios na proteção solar. Óculos de sol que
repelem UVA e UVB são uma parte importante na proteção. E, logicamente, não se
esqueça do protetor solar.
Seguindo estas pequenas recomendações, você poderá vivenciar um período de sol
intenso muito mais protegido e, conseqüentemente, mais saudável.
Esta coluna foi escrita pela Equipe Janssen-cilag e revisada pelo médico Heber Azevedo.
Proteção Solar: Para Manter por Mais Tempo
O verão está chegando e, com ele, as idas
à praia e à piscina, as atividades ao ar livre e a maior exposição solar.
Sempre consideramos o sol um aliado que nos aquece, bronzeia e traz saúde. Mas devemos
estar atentos aos efeitos negativos do sol na nossa pele: eles podem aparecer
imediatamente após a exposição solar, como as queimaduras, ou podem ser menos visíveis
e muitas vezes mais perigosos, porque são cumulativos , aparecendo anos
após a exposição: o câncer de pele, as "manchas de idade" no dorso das
mãos e face, as rugas profundas.
O sol emite raios ultravioleta, que penetram na nossa pele e provocam a formação
de substâncias chamadas radicais livres, danificando as células. Essas substâncias
normalmente são neutralizadas por um sistema reparador que o organismo tem, devolvendo à
pele sua condição natural. Com o tempo, entretanto, esse sistema reparador vai se
esgotando, permitindo que os radicais livres permaneçam e causem, por exemplo, mutações
genéticas na nossa pele, o que pode dar origem ao câncer de pele.
O cuidado mais importante a observar quando vamos nos expor ao sol é fazei-lo de forma
racional evite o horário entre 10 e 16 horas (lembre-se do horário de
verão!); use uma camiseta de cor escura que absorve as radiações ,
além de se proteger debaixo de um guarda-sol ou de uma árvore sempre que possível,
especialmente no horário mais perigoso; use chapéus ou bonés para proteger a
cabeça e ombros; aplique protetores solares adequados hoje
existem várias fórmulas, adequadas a cada tipo de pele: em creme, gel (especialmente
para pele oleosa e para homens que não gostam de ter a sensação de cremes sobre a pele)
e específicos para pessoas alérgicas e praticantes de esportes ao ar livre.
A escolha do protetor solar correto é muito importante. Além de ser adequado ao
seu tipo de pele e ao tempo de exposição solar, ele deve proteger tanto contra raios
ultravioleta A quanto B e precisa estar dentro da data de validade da embalagem. Aplique-o
da seguinte forma: use o protetor solar de forma generosa (para que forme uma camada
protetora uniforme e espessa) pelo menos 30 minutos antes da exposição e, de
preferência, antes de vestir roupas, para não "esquecer" pequenas áreas no
limite entre as roupas e a pele nua.
Cuidado redobrado com as áreas mais expostas: cabeça (não se esqueça das
orelhas! E maior cuidado com os calvos), ombros, costas, braços e dorso dos pés.
Reaplique o protetor a cada 2 horas, após banhos de mar e piscina ou suor intenso.
Lembre-se também de proteger os lábios aplicando protetores labiais. Também não
devemos nos esquecer das crianças e adolescentes: por praticarmos mais atividades
ao ar livre nessa faixa etária, tomamos cerca de 50% do sol de toda nossa vida até os 18
anos de idade. Portanto, proteção é fundamental! Nas crianças até 6 meses de idade, o
uso de protetores não é indicado; devemos apenas evitar que se exponham.
E já que estamos falando em protetores solares, você já pensou em usar um deles no seu dia-a-dia?
Se acha isso estranho ou exagerado, repense: 80% do sol que tomamos na vida não vem
quando estamos na praia ou na piscina, mas na exposição diária! Ficamos sob o sol nas
feiras livres, nas caminhadas da hora do almoço, nos infindáveis minutos nos congestionamentos
da cidade e em tantas outras atividades triviais que, somadas, determinam várias horas de
exposição por dia.
Os protetores solares cotidianos não precisam ser tão aderentes e resistentes quanto os
da praia, e o fator de proteção (FPS) indicado normalmente é menor para a cidade, mas
devem proteger com conforto, para que esse hábito se torne uma rotina incorporada
ao nosso dia-a-dia proteger rosto, colo, mãos e braços, com várias
reaplicações diárias.
Muitas vezes temos dificuldade em imaginar que algo que fazemos agora terá repercussão
tantos anos à frente, mas devemos cuidar da pele desde já. Afinal, de nada
adianta aumentarmos a expectativa de vida se não mantivermos a sua qualidade!
Esta coluna foi escrita pelo médica Ana Paula Farto Lahoz, com o apoio da
Janssen-Cilag.
Algumas Informações Importantes
Como usar o protetor solar?
Os raios UVA causam fotoenvelhecimento precoce e câncer de pele e os raios UVB,
além disso, causam queimaduras. Para que haja uma proteção efetiva contra os raios UVA
e UVB, o protetor deve ser aplicado de forma heterogênea e em quantidade adequada 15
minutos antes de você sair. Se estiver na praia ou em outro local ao ar livre, reaplique
o produto sempre que necessário.
Uma vez pode não ser suficiente Natação e transpiração podem remover o
protetor solar e, portanto, recomenda-se reaplicações freqüentes. Se no rótulo do
produto estiver escrito "resistente à água", a proteção durará 40
minutos em contato com a água, enquanto que "à prova dágua"
significa que o produto resiste 80 minutos. "À prova de suor" indica que o
produto não será removido com água ou transpiração. "À prova de atrito"
significa que o produto não será facilmente removido pelo contato com roupas e
toalhas.
Você pode ter um problema de tolerância Algumas pessoas são sensíveis aos componentes
químicos presentes nos protetores solares. Se você já teve alguma reação deste
tipo, tente utilizar um produto com bloqueador físico, como o dióxido de titânio ou
óxido de zinco.
Escolhendo o FPS fator de proteção solar O indíce de FPS foi estabelecido
para medir proteção contra a radiação UVB. Hoje em dia, o protetor solar FPS 15
é considerado o fator mais prudente para a maioria dos tipos de pele para prevenção
real contra o câncer. Entretanto, quanto maior a exposição ao sol e mais sensível a
pele, mais alto o FPS necessário. Devemos procurar produtos que ofereçam proteção
UVA e UVB. Pergunte ao seu dermatologista o FPS mais adequado ao seu caso.
Alguns remédios e cosméticos podem deixar a pele mais propensa aos danos causados pelo
sol A pele pode ficar mais sensível ou irritada. Nesses casos, é vital o uso de
um protetor solar, ou, ainda melhor, evitar a exposição ao sol. Consulte o seu
dermatologista.
É preciso proteção para a exposição casual A exposição diária
casual também provoca danos à pele. Para a sua proteção, inclua o uso de protetor
solar na rotina de cuidados diários.
Essas são apenas mais algumas dicas para que você mantenha sua pele saudável.
Maiores informações devem ser obtidas diretamente com um médico dermatologista, que
poderá estudar seu caso, seu tipo de pele, os produtos adequados e os riscos iminentes.
Esta coluna foi escrita pela Equipe Janssen-Cilag e revisada pelo médico Heber Azevedo.
Fotoenvelhecimento, Fotossensibilidade, Fototoxidade, Fotoalergia...
Já por diversas vezes comentamos sobre exposição solar, proteção
para evitar o fotoenvelhecimento e doenças como o câncer de pele. Mas o que é o
fotoenvelhecimento? E o que são fotossensibilidade, fototoxidade e fotoalergia? Vamos
tentar esclarecer um pouco estes conceitos.
Fotoenvelhecimento: O processo de envelhecimento da nossa pele apresenta dois aspectos
distintos. O primeiro é o envelhecimento cronológico ou intrínseco, que depende de
nosso organismo; o segundo é o fotoenvelhecimento extrínseco, que depende de fatores
ambientais e principalmente dos nossos hábitos, como o fumo e a exposição ao sol sem
proteção. Esses são dois processos bem distintos. O primeiro se dá por atrofia (perda
de substância dos tecidos), ao passo que o segundo resulta em hipertrofia (aumento de
massa de tecido).
Os efeitos aparentes do fotoenvelhecimento são cada vez mais comuns na geração do baby
boom, devido ao aumento considerável do tempo de lazer das pessoas sob o sol. A pele
fotoenvelhecida apresenta manchas, rugas finas ou profundas, ressecamento, flacidez e
aspereza.
Hoje, embora existam numerosos métodos para o tratamento do fotoenvelhecimento, tais como
cirurgia plástica facial, blefaroplastia, peelings, abrasão cutânea, implantes,
tretinoína e alfa-hidróxiácidos, sabemos que o uso diário de um protetor solar
adequado (no mínimo FPS 15) não apenas protege, mas faz regredir muitos dos sinais
clínicos do fotoenvelhecimento.
Fotossensibilidade: é a resposta anormal da pele quando ela entra em contato com
uma substância e recebe uma irradiação (que pode ser do sol ou de qualquer outra
fonte de luz). As reações podem ser de fototoxicidade e de fotoalergia.
A fototoxicidade manifesta-se como uma queimadura solar e é uma reação que pode
ocorrer em qualquer indivíduo exposto a uma substância e a uma irradiação cujo
comprimento de onda esteja na faixa de absorção desse agente.
A fotoalergia é uma reação imunológica, que assemelha-se a uma alergia de contato e
requer uma exposição prévia da pessoa ao produto. As reações de fotossensibilidade
envolvem principalmente as áreas do corpo expostas a luz ultravioleta (UV), tais como o rosto,
os braços, o dorso das mãos e a parte da frente do pescoço. Para minimizar as reações
é preciso fazer uso dos protetores solares.
Esta coluna foi escrita pela equipe Janssen-Cilag e revisada pelo médico Heber Azevedo.
Obs.: Este texto foi extraído de pesquisas na internet. O original se encontra arquivado
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