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A Mulher e o Exercício

No passado, as doenças do sistema cardiovascular afetavam mais homens que mulheres. Hoje, a proporção destas disfunções em ambos os sexos praticamente se igualou. Observe alguns dados estatísticos interessantes, divulgados pela publicação norte-americana Surgeon General’s Report:

Tais dados podem, em parte, ser atribuídos à dupla jornada de trabalho (profissional e doméstico) que a mulher vem assumindo nos últimos vinte anos. A sugestão para reverter este quadro é praticar, pelo menos, três sessões semanais de atividades físicas.
O exercício ajuda a manter a saúde dos ossos (reduzindo a osteoporose), dos músculos (que sofrem perda de massa com o sedentarismo e o avanço da idade) e das articulações (que se mantêm mais vascularizadas e menos suscetíveis a lesões por esforço repetitivo). As atividades, executadas com orientação, também podem aumentar o colesterol bom (HDL) e diminuir o ruim (LDL), reduzindo as chances do aparecimento de disfunções cardiovasculares.
Após a menopausa, o exercício ganha mais um importante papel: aumentar o efeito da terapia de reposição de estrogênio (hormônio feminino cuja dosagem cai nesta fase), evitando a perda de massa óssea e mantendo a composição corporal em dia. No período pós-menopausa, a mulher tende a engordar significativamente e o excesso de gordura está relacionado a uma incidência maior de câncer de mamas.
Não há idade mínima nem máxima para começar um programa de exercícios, nem motivos para parar. A atividade física é importante em todas as fases da vida da mulher e deve ser encarada como um investimento em qualidade de vida.

Obs.: Este texto foi extraído de pesquisas na internet. O original se encontra arquivado

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