PY2GEA
Grêmio de Radioamadores da Rodada Encontro de
Amigos
A Mulher e o
Exercício
No passado, as doenças do sistema cardiovascular
afetavam mais homens que mulheres. Hoje, a proporção destas disfunções em ambos
os sexos praticamente se igualou. Observe alguns dados estatísticos interessantes, divulgados pela
publicação norte-americana Surgeon Generals Report:
- Uma em cada cinco mulheres apresenta alguma forma de doença ou
disfunção cardiovascular;
Uma porcentagem maior de mulheres do que de homens, a partir dos 50 anos, tem colesterol
sangüíneo total superior a 200mg/dL;
O câncer de mamas é o tipo mais comum de tumor que leva as mulheres entre 40 e 55
anos à morte;
As mulheres freqüentam mais academias de ginástica do que homens. Entretanto, a inatividade física é mais comum entre as mulheres, pois os homens tendem a praticar esportes e
exercícios mais informais;
Entre as mulheres que se exercitam, o apoio constante e positivo da família e dos amigos é fundamental para a
aderência ao programa proposto.
Tais dados podem, em parte, ser atribuídos à dupla jornada de
trabalho (profissional e doméstico) que a mulher vem assumindo nos últimos vinte anos. A
sugestão para reverter este quadro é praticar, pelo menos,
três sessões semanais
de atividades físicas.
O exercício ajuda a manter a saúde dos ossos (reduzindo a osteoporose), dos músculos
(que sofrem perda de massa com o sedentarismo e o avanço da idade) e das articulações
(que se mantêm mais vascularizadas e menos suscetíveis a lesões por esforço
repetitivo). As atividades, executadas com orientação,
também podem aumentar o colesterol bom (HDL) e diminuir o ruim (LDL), reduzindo as
chances do aparecimento de disfunções cardiovasculares.
Após a menopausa, o exercício
ganha mais um importante papel: aumentar o efeito da terapia de reposição de estrogênio
(hormônio feminino cuja dosagem cai nesta fase), evitando a perda de massa óssea e
mantendo a composição corporal em dia. No período pós-menopausa, a mulher tende a
engordar significativamente e o excesso de gordura está relacionado a uma incidência
maior de câncer de mamas.
Não há idade mínima nem máxima para começar um programa de exercícios, nem motivos
para parar. A atividade física é importante em todas as fases da vida da mulher e deve ser encarada como um
investimento em qualidade de vida.
Obs.: Este texto foi extraído de pesquisas na internet. O original
se encontra arquivado